Dia da reciclagem: saiba como é reciclado o óleo das cozinhas do McDonald’s

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Arcos Dorados, operadora da rede no Brasil, destina 100% do óleo utilizado nas cozinhas dos restaurantes próprios para reciclagem. Produtos de limpeza e combustível estão entre os exemplos de transformação

Todos os anos, em 17 de maio, a sociedade se une para a conscientização de uma prática essencial para o futuro do planeta: a reciclagem. O processo, fundamental na promoção da economia circular, exige o engajamento e compromisso de todas as esferas da sociedade e no setor de alimentação não seria diferente. Entre os diversos tipos de materiais que podem ser reaproveitados, o óleo de cozinha merece atenção especial pelo potencial altamente poluente, podendo afetar solos, redes de saneamento, rios e mares quando descartado de forma inadequada.

Diante disso, campanhas alertam sobre a importância de realizar o descarte correto, tanto em domicílios quanto em estabelecimentos comerciais. A Arcos Dorados, operadora da rede McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe está comprometida em gerar impacto positivo no meio ambiente por meio de iniciativas da sua estratégia ESG, chamada Receita do Futuro, e o cuidado com o ciclo do óleo é uma das prioridades da companhia quando se trata do pilar estratégico de economia circular. A destinação de resíduos para reciclagem já acontece em 100% dos restaurantes operados diretamente pela Arcos Dorados e, só em 2022, mais de 650 restaurantes gerenciaram o resíduo e destinaram, juntos, cerca de 1,8 milhões de litros de óleo para processos de reciclagem que o transformam em itens como produtos de limpeza, ração animal e biocombustível.

Entre os projetos aplicados por todo o país, destaca-se ainda o Óleo Nota 10, uma iniciativa que submete o óleo das cozinhas a fases adicionais de filtração e análise, com o objetivo de melhorar sua qualidade e, com isso, aumentar o seu valor agregado na cadeia antes da destinação para parceiros especializados na fabricação de biodiesel. Criado em 2020, como um projeto piloto, o programa teve sua cobertura ampliada gradativamente e fechou o ano passado com 263 restaurantes participantes, 116% a mais que no mesmo período do ano anterior.

“Uma das premissas da Receita do Futuro, nossa estratégia ESG, é usar o poder de escala da nossa operação para gerar transformações. Quando implementamos projetos como esse, com possibilidade de replicação, lideramos pelo exemplo e podemos inspirar que mudanças ainda maiores aconteçam.  Esse é um dos caminhos para se construir o verdadeiro impacto positivo e se constrói impacto positivo.”, comenta Marie Tarrisse, Gerente Sênior de Impacto Social e Desenvolvimento Sustentável da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Para conhecer mais sobre a Receita do Futuro e as iniciativas socioambientais da Arcos Dorados, acesse o site da Receita do Futuro.

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