Aprenda a degustar um vinho em 3 passos

Degustando um bom vinho!

Por – Lucas Oliveira

Com cada vez mais pessoas estão consumindo vinhos no Brasil, há também cada vez mais pessoas procurando entender como é feita uma boa degustação de vinhos.

Mas quais são as etapas para degustar um vinho? Elas variam de um tipo de vinho para o outro? Como devo realizar a degustação?

Pensando nisso, esse artigo visa explicar as 3 etapas de degustação de um vinho. Confira!

1.     A importância da avaliação visual

O primeiro contato que se tem com o vinho é visual, portanto, é neste momento que a pessoa consegue vislumbrar toda a beleza do vinho, a sua cor e a sua potência.

Para fazer uma boa avaliação visual será necessário colocar na taça apenas o equivalente a 1/3 de seu volume, para que se possa observar os detalhes, se inclinando a taça para visualizar a superfície.

Ao fazer isto, o degustador consegue observar aspectos importantes do vinho, como o seu teor de limpidez, a sua transparência, o seu brilho e a sua viscosidade, entre outras coisas.

É também possível avaliar a cor do vinho, que pode ser determinante para fazer com que um vinho seja realmente bom ou não.

2.     A avaliação pelo olfato é um passo importante

Agora chegamos à segunda etapa da degustação, que nos permitirá conhecer melhor o vinho por meio de nosso olfato, sendo possível ter uma primeira noção de como poderá ser o seu paladar.

Para conseguir ter acesso aos aromas do vinho que está sendo degustado, a pessoa deverá inclinar a taça de modo a fazer com que o nariz se posicione dentro dela, sentindo toda a essência que é exalada pelo vinho.

Com isto, é possível avaliar se o vinho apresenta um aroma de qualidade, intenso e também capaz de ser classificado pelo degustador.

3.     O sabor, a melhor parte!

Como sempre, quando fazemos algo prazeroso, devemos sempre nos preocupar em deixar sempre a melhor parte para o final, não é mesmo? Pois com as etapas de degustação de vinhos é exatamente a mesma coisa.

Agora chegamos a exame gustativo, ou seja, ao sabor do vinho, que deverá ser avaliado de modo bem criterioso, pois será ele que irá dar o veredicto final que indica que este vinho é realmente bom ou não.

O ideal é entender a configuração da nossa língua antes de iniciar uma avaliação gustativa de vinhos, pois ao saber disto, se entende, por exemplo, que os receptores para identificar o sabor doce estão na ponta da língua, e são os primeiros a ter contato com a bebida.

E na sequência, a pessoa passa a saber que o que virá depois serão os receptores gustativos para sabores ácidos, seguidos dos receptores gustativos para sabores salgados e dos receptores gustativos para sabores amargos.

Ao saber disto, a pessoa passa a explorar melhor a língua para conseguir extrair o que há de melhor do vinho, enriquecendo a sua experiência e fazendo de sua degustação de vinhos um momento prazeroso e extremamente revigorante.

Agora que você já aprendeu a degustar um bom vinho, que tal começar a praticar?

Tim Tim!

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